sinto sua falta.
enquanto respiro.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
é. foi. fui.
Talvez você não entenda agora. Talvez nunca vá entender.
E talvez, por conta disso, me odeie.
E eu respeito.
Eu só queria mesmo que você soubesse que eu te amei demais. Que eu me entreguei demais a tudo o que nós dois vivemos juntos. Com toda a intensidade que eu tenho dentro de mim.
E que lutei contra meus fantasmas o máximo que pude. E não foram poucos. Ainda não são.
Queria que você soubesse que um pedaço enorme meu já é seu. E sempre será. Independente de você querer ficar com ele, ou simplesmente jogar fora. Mas parte do meu mundo é seu.
E que eu não guardei só os momentos ruins, mas principalmente todos os bons. E linhas lágrimas comprovam isso. Porque sei da falta que farão.
Mas também sei da injustiça que é para com nós dois deixar esse amor virar raiva, amargura, lamentos e negatividade. Se for pra acabar, que seja enquanto ainda me parece lindo. Por mais que doa saber que as diferenças esmagam e que as inseguranças sufocam, ainda existe uma beleza que eu quero e preciso levar.
eu preciso que você seja feliz. que eu seja feliz. que sejamos.
necessário você correr atrás do que pra você tanto importa. e lamento não poder mais ser quem eu era antes. eu ainda sonho em ser diferente e não transformar minha alma com as mágoas que ficam. sofro bastante com esse meu jeito que é meu e sempre será. coisa de escorpiana, talvez. você definitivamente deve achar isso.
eu te amo. mas precisei ir. e me dói, mas me dói ainda mais enxergar um futuro próximo cheio de rancor.
talvez você não entenda. talvez nunca vá entender.
mas eu só quero dizer que te amo. e que amor não passa.
obrigada por me fazer feliz.
e um dia a gente se encontra.
E talvez, por conta disso, me odeie.
E eu respeito.
Eu só queria mesmo que você soubesse que eu te amei demais. Que eu me entreguei demais a tudo o que nós dois vivemos juntos. Com toda a intensidade que eu tenho dentro de mim.
E que lutei contra meus fantasmas o máximo que pude. E não foram poucos. Ainda não são.
Queria que você soubesse que um pedaço enorme meu já é seu. E sempre será. Independente de você querer ficar com ele, ou simplesmente jogar fora. Mas parte do meu mundo é seu.
E que eu não guardei só os momentos ruins, mas principalmente todos os bons. E linhas lágrimas comprovam isso. Porque sei da falta que farão.
Mas também sei da injustiça que é para com nós dois deixar esse amor virar raiva, amargura, lamentos e negatividade. Se for pra acabar, que seja enquanto ainda me parece lindo. Por mais que doa saber que as diferenças esmagam e que as inseguranças sufocam, ainda existe uma beleza que eu quero e preciso levar.
eu preciso que você seja feliz. que eu seja feliz. que sejamos.
necessário você correr atrás do que pra você tanto importa. e lamento não poder mais ser quem eu era antes. eu ainda sonho em ser diferente e não transformar minha alma com as mágoas que ficam. sofro bastante com esse meu jeito que é meu e sempre será. coisa de escorpiana, talvez. você definitivamente deve achar isso.
eu te amo. mas precisei ir. e me dói, mas me dói ainda mais enxergar um futuro próximo cheio de rancor.
talvez você não entenda. talvez nunca vá entender.
mas eu só quero dizer que te amo. e que amor não passa.
obrigada por me fazer feliz.
e um dia a gente se encontra.
segunda-feira, 16 de março de 2015
...
e quando o que é bom vira saudade?
me sinto pesada. comigo, carrego cargas de algum tempo de mágoas acumuladas. eu queria ter a facilidade que você tem de "esquecer" o que já foi, e só lembrar quando convém. diariamente, tenho remoído "pauladas" que a vida me deu.
"a vida". essa que eu escolhi.
em meio a pensamentos recorrentes e torturantes, me questiono sobre o que ainda faço aqui. tenho deitado todas as noites e, pelo menos por alguns segundos, choro. eu transbordo uma tristeza que não é minha.
ou falo. ou umideço.
relembro, enfim, o começo. sempre ele, insistentemente, batendo na porta da minha saudade. e então a dúvida: por que as coisas não permanecem como um dia foram?
eu desejo a esperança que eu um dia tive em nós dois. bagunço minhas gavetas tentando encontrar o que eu perdi.e, no decorrer da constante busca, tenho levado alfinetadas nas pontas dos dedos. e sido permeada por uma exaustão que vira sintoma.
não era pra ser assim.
e machuca.
me quero de volta.
me sinto pesada. comigo, carrego cargas de algum tempo de mágoas acumuladas. eu queria ter a facilidade que você tem de "esquecer" o que já foi, e só lembrar quando convém. diariamente, tenho remoído "pauladas" que a vida me deu.
"a vida". essa que eu escolhi.
em meio a pensamentos recorrentes e torturantes, me questiono sobre o que ainda faço aqui. tenho deitado todas as noites e, pelo menos por alguns segundos, choro. eu transbordo uma tristeza que não é minha.
ou falo. ou umideço.
relembro, enfim, o começo. sempre ele, insistentemente, batendo na porta da minha saudade. e então a dúvida: por que as coisas não permanecem como um dia foram?
eu desejo a esperança que eu um dia tive em nós dois. bagunço minhas gavetas tentando encontrar o que eu perdi.e, no decorrer da constante busca, tenho levado alfinetadas nas pontas dos dedos. e sido permeada por uma exaustão que vira sintoma.
não era pra ser assim.
e machuca.
me quero de volta.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
angústia.
muita coisa vai se perdendo pelo caminho.
parece inevitável.
eu sinto falta de uma paz que eu carregava lá na frente. um sentimento daqueles que a falta de ar remetia ao amor. e um mundo cor de rosa, onde qualquer tragédia evaporava num piscar de olhos: dos seus.
me lembro que o mundo só fazia sentido mesmo, quando você chegava. eu me sentia dentro de um espaço que bastava. o mundo era inteiro ali, e o barulho de fora representava a minha surdez. a surdez de alguém a que só interessava um tom de voz: o seu.
e os toques... é, esses toques de duas mãos que, ao encostarem em mim, traziam o amor pelos dedos. eu sentia a energia transpassando pela ponta de cada um deles, diretamente para a minha pele.
eu sinto falta daquela certeza.
e daquela crença absoluta de que era pra sempre.
o problema dos contos de fadas são os finais. a gente deseja o infinito e, então, o futuro te derruba com incertezas e a finitude descarada, fazendo caretas.
hoje, incertezas. existe um medo dentro de mim que imediatamente me arma e me esquiva frente a quaisquer ameaças: a falta dos toques, ausência de olhares, silêncio. o não.
é essa distância do conto que eu criei me perde de você.
e longe de ser princesa, me ergo em feridas daquilo que se perdeu pelo caminho.
inevitavelmente.
parece inevitável.
eu sinto falta de uma paz que eu carregava lá na frente. um sentimento daqueles que a falta de ar remetia ao amor. e um mundo cor de rosa, onde qualquer tragédia evaporava num piscar de olhos: dos seus.
me lembro que o mundo só fazia sentido mesmo, quando você chegava. eu me sentia dentro de um espaço que bastava. o mundo era inteiro ali, e o barulho de fora representava a minha surdez. a surdez de alguém a que só interessava um tom de voz: o seu.
e os toques... é, esses toques de duas mãos que, ao encostarem em mim, traziam o amor pelos dedos. eu sentia a energia transpassando pela ponta de cada um deles, diretamente para a minha pele.
eu sinto falta daquela certeza.
e daquela crença absoluta de que era pra sempre.
o problema dos contos de fadas são os finais. a gente deseja o infinito e, então, o futuro te derruba com incertezas e a finitude descarada, fazendo caretas.
hoje, incertezas. existe um medo dentro de mim que imediatamente me arma e me esquiva frente a quaisquer ameaças: a falta dos toques, ausência de olhares, silêncio. o não.
é essa distância do conto que eu criei me perde de você.
e longe de ser princesa, me ergo em feridas daquilo que se perdeu pelo caminho.
inevitavelmente.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
princesa.
quando eu te conheci (e não demorou muito pra eu te amar), prometi pra mim mesma que te amaria pelo resto da minha vida. (in)felizmente eu funciono dessa maneira. não sei ser mais ou menos. coisa de signo, talvez. ou de Bruna mesmo. sempre fui "oito ou oitenta", tudo ou nada.
não poderia ser diferente com você.
e eu tenho um jeito de amar que, sinceramente, não sei se é certo ou errado. e, na verdade, não acredito muito nesse discurso cheio de esteriótipos. cada um tem sua maneira de enxergar as coisas, e consequentemente de viver a sua maneira. respeito.
o ponto é que: o meu amor tem que ser pleno. e ele carrega, consigo, as coisas - do meu ponto de vista - essenciais pra que ele permaneça numa constante e, assim, dure "pelo resto da minha vida".
lembro do discurso do pastor do casamento que fomos, e um momento específico em que segurei o choro. foi quando ele dizia das três coisas essenciais dentro de uma relação. e era exatamente o mesmo pensamento que o meu.
eu tenho 27 anos (quase 28), mas acho que sonho de amor não tem idade. eu abri mão há muito tempo do meu conto de fadas. deixei de lado a ideia do sapatinho de cristal depois de levar tanta porrada do amor. mas, dentro de mim, aquela garotinha que espera ser tratada como uma princesa (contemporânea), ainda grita. e eu ainda espero o respeito. ainda espero o buquê de flores numa segunda-feira sem graça. eu ainda espero surpresas bobas sem datas especiais.
eu não quero um beijo do príncipe encantado pra acordar de um sono profundo. eu quero não precisar lembrar que eu mereço ser tratada com muito amor. porque eu sou tudo isso sim. eu sou muito, perto desse mundo de pessoas sem valores. e eu simplesmente não quero ter que diariamente reiterar o óbvio.
você chegou sorrateiro e roubou completamente o meu coração. e isso não é segredo mais pra ninguém. mas, assim como roubou, tem ultimamente amassado com prazer cada pedaço dele, me deixando sangrar toda vez que me trata como o resto.
tem uma cerca elétrica tomando conta de todo o contorno do meu coração.
esperando o momento de eletrocutar novas e futuras tentativas de agressão.
você tem jogado o "resto da minha vida" numa lata de lixo.
e, quando o caminhão passar, não terá devolução.
não poderia ser diferente com você.
e eu tenho um jeito de amar que, sinceramente, não sei se é certo ou errado. e, na verdade, não acredito muito nesse discurso cheio de esteriótipos. cada um tem sua maneira de enxergar as coisas, e consequentemente de viver a sua maneira. respeito.
o ponto é que: o meu amor tem que ser pleno. e ele carrega, consigo, as coisas - do meu ponto de vista - essenciais pra que ele permaneça numa constante e, assim, dure "pelo resto da minha vida".
lembro do discurso do pastor do casamento que fomos, e um momento específico em que segurei o choro. foi quando ele dizia das três coisas essenciais dentro de uma relação. e era exatamente o mesmo pensamento que o meu.
eu tenho 27 anos (quase 28), mas acho que sonho de amor não tem idade. eu abri mão há muito tempo do meu conto de fadas. deixei de lado a ideia do sapatinho de cristal depois de levar tanta porrada do amor. mas, dentro de mim, aquela garotinha que espera ser tratada como uma princesa (contemporânea), ainda grita. e eu ainda espero o respeito. ainda espero o buquê de flores numa segunda-feira sem graça. eu ainda espero surpresas bobas sem datas especiais.
eu não quero um beijo do príncipe encantado pra acordar de um sono profundo. eu quero não precisar lembrar que eu mereço ser tratada com muito amor. porque eu sou tudo isso sim. eu sou muito, perto desse mundo de pessoas sem valores. e eu simplesmente não quero ter que diariamente reiterar o óbvio.
você chegou sorrateiro e roubou completamente o meu coração. e isso não é segredo mais pra ninguém. mas, assim como roubou, tem ultimamente amassado com prazer cada pedaço dele, me deixando sangrar toda vez que me trata como o resto.
tem uma cerca elétrica tomando conta de todo o contorno do meu coração.
esperando o momento de eletrocutar novas e futuras tentativas de agressão.
você tem jogado o "resto da minha vida" numa lata de lixo.
e, quando o caminhão passar, não terá devolução.
terça-feira, 19 de agosto de 2014
bandeira branca.
meus últimos dias foram demasiadamente difíceis. pra se sincera, os últimos quatro meses. você não faz ideia a tortura que é ficar em casa, esperando novas oportunidades. e, enquanto isso, sua cabeça te sabotar e desmoronar pouco a pouco os seus sonhos.
às vezes eu desejo que o o ano retroceda. pra apagar 2014 em sua grande parte. lembro do ano passado e meu coração sente um aperto de saudade. foi quando tudo parecia estar dando certo. eu estava completamente feliz.
eu te conheci.
mas, retomando o pensamento, e concluindo pela impossibilidade do retrocesso, lamento meus últimos 20 dias, aproximadamente. nunca achei que viveria um turbilhão como vivi. e descobri que a gente só sabe o que vai sentir, exatamente quando passa pelo o que eu passei.
e então, eu procuro a calmaria em você. nos seus olhares, nos seus abraços, nos seus carinhos, nos seus beijos... no seu amor. é dessa calmaria que eu preciso. poder confiar todo o meu corpo somente a você. porque, entenda, é só a você (e aos meus pais, claro) que eu confio a minha vida. porque, veja, meu coração é seu. e, sem ele, eu não vivo. nada mais funciona. e eu só preciso que você segure ele com todo cuidado e não deixe ele cair.
ainda estou buscando essa calmaria. porque, apesar do turbilhão ter passado, o meu corpo inteiro ainda não entendeu isso. então ele tem brigado grosseiramente comigo. me atacando as costas, a cabeça, o estômago... e eu não queria mais ataque.
queria pensar no nosso futuro. no "eu aceito", que a gente tanto fala. no tapete até a beira da praia, os nossos pés completamente descalços, as poucas cadeiras com pessoas nos observando, as almofadas gigantes, com velas para iluminar o começo da noite. e nossa casa. nossos cachorros. nossos pés entrelaçados. e a certeza de que fizemos a escolha certa. absolutamente.
enquanto isso, suas mãos nos meus cabelos, sua respiração na minha nuca, seus olhares ligeiros enquanto finge que dorme. e a vontade de nunca mais sair do seu lado na cama.
me traz calmaria, meu amor.
eu amo nossos detalhes.
às vezes eu desejo que o o ano retroceda. pra apagar 2014 em sua grande parte. lembro do ano passado e meu coração sente um aperto de saudade. foi quando tudo parecia estar dando certo. eu estava completamente feliz.
eu te conheci.
mas, retomando o pensamento, e concluindo pela impossibilidade do retrocesso, lamento meus últimos 20 dias, aproximadamente. nunca achei que viveria um turbilhão como vivi. e descobri que a gente só sabe o que vai sentir, exatamente quando passa pelo o que eu passei.
e então, eu procuro a calmaria em você. nos seus olhares, nos seus abraços, nos seus carinhos, nos seus beijos... no seu amor. é dessa calmaria que eu preciso. poder confiar todo o meu corpo somente a você. porque, entenda, é só a você (e aos meus pais, claro) que eu confio a minha vida. porque, veja, meu coração é seu. e, sem ele, eu não vivo. nada mais funciona. e eu só preciso que você segure ele com todo cuidado e não deixe ele cair.
ainda estou buscando essa calmaria. porque, apesar do turbilhão ter passado, o meu corpo inteiro ainda não entendeu isso. então ele tem brigado grosseiramente comigo. me atacando as costas, a cabeça, o estômago... e eu não queria mais ataque.
queria pensar no nosso futuro. no "eu aceito", que a gente tanto fala. no tapete até a beira da praia, os nossos pés completamente descalços, as poucas cadeiras com pessoas nos observando, as almofadas gigantes, com velas para iluminar o começo da noite. e nossa casa. nossos cachorros. nossos pés entrelaçados. e a certeza de que fizemos a escolha certa. absolutamente.
enquanto isso, suas mãos nos meus cabelos, sua respiração na minha nuca, seus olhares ligeiros enquanto finge que dorme. e a vontade de nunca mais sair do seu lado na cama.
me traz calmaria, meu amor.
eu amo nossos detalhes.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
deve ser o frio...
... mas, lembro ter ouvido uma vez na Televisão, um pensamento que dizia: "bem aventurados os corações flexíveis, pois eles nunca se partirão".
desde então, sempre relembro essa frase. principalmente quando estou longe de você. achei que seria mais fácil agora. parecia tudo tão certo. essa sua decisão de pôr um fim na nossa história, decisão aceita por mim. nossa conversa pareceu tão esclarecedora, que eu tive a certeza de que ficaria bem.
doce ilusão.
queria ter a facilidade que você tem de encontrar outras pessoas e viver tranquilamente sua vida. cheguei por um momento a associar à idade. mas, depois lembrei que sempre morri de amor(es). nunca consegui - como você - na mesma semana "estar a disposição" de qualquer outra pessoa que fosse. deve ser bom. leve. tranquilo.
eu sempre me sinto pesada. como se eu carregasse nos ombros uma bigorna, que sempre me puxa pra baixo. eu sinto tanto a sua falta.
e estou aqui, diariamente, aguardando por dias melhores.
como os seus.
desde então, sempre relembro essa frase. principalmente quando estou longe de você. achei que seria mais fácil agora. parecia tudo tão certo. essa sua decisão de pôr um fim na nossa história, decisão aceita por mim. nossa conversa pareceu tão esclarecedora, que eu tive a certeza de que ficaria bem.
doce ilusão.
queria ter a facilidade que você tem de encontrar outras pessoas e viver tranquilamente sua vida. cheguei por um momento a associar à idade. mas, depois lembrei que sempre morri de amor(es). nunca consegui - como você - na mesma semana "estar a disposição" de qualquer outra pessoa que fosse. deve ser bom. leve. tranquilo.
eu sempre me sinto pesada. como se eu carregasse nos ombros uma bigorna, que sempre me puxa pra baixo. eu sinto tanto a sua falta.
e estou aqui, diariamente, aguardando por dias melhores.
como os seus.
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